Porque fazemos o que fazemos


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Aah, o IR… Que gradativamente vai tomando tudo em nossa vida, que em nosso interior derruba os valores passageiros e estabelece valores eternos. O IR, que aguça a urgência dos céus dentro da gente e nos molda ao coração do Deus missionário. O IR, que nos ensina o desprender, o abrir mão, o renunciar e o mortificar. O IR, que só é possível por causa do Espírito da Verdade, que nos ensina e anima no caminho. O IR, que é NOBRE e ETERNO.

No entanto, o IR não é mais importante do que o Deus que nos manda ir. O ir é secundário e só existe porque Deus ainda não é conhecido em todos os lugares. A seara não é mais importante que o Deus da seara. Nós somos cooperadores no trabalho e não podemos fazer coisa alguma sem o Dono do negócio. Muito embora Ele trabalhe em parceria conosco, as ideias são dEle, as estratégias são dEle, o sustento que precisamos para cumprir Sua vontade vem dEle, a disposição e a disponibilidade em nós vem dEle, tudo vem dEle e a seara é dEle.

Um dia, quando todos os povos da terra O conhecerem, missões acabará. Então, a adoração continuará e será ininterrupta. Finalmente veremos Aquele que tanto desejamos conhecer, tocaremos no Homem que tanto almejamos ver. Estaremos diante dEle para sempre respondendo a Quem Ele é. Face a face – ao vivo e a cores – olharemos nos olhos do Amor, nosso Galardão excessivamente grande, nossa Recompensa.

Será o DIA em que Ele receberá a Sua herança, o Dia do findar da nossa peregrinação, quando estaremos novamente em CASA. Festejaremos ao som de música e muita alegria… Em família, desfrutaremos da Sua Presença com júbilo e brados.

Trabalhamos com missões por obediência e amor a Quem nos chamou e vocacionou. Trabalhamos com missões porque queremos a Sua volta mais do queremos ver pessoas salvas. Não somos protagonistas, Deus é! Não somos heróis, Deus é! Não podemos salvar e convencer os homens, Deus pode!

“Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” Rm 11:36

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Indo aos Povos Menos Evangelizados


No Brasil há oito segmentos reconhecidamente menos evangelizados. São: Indígenas, ribeirinhos, ciganos, sertanejos, quilombolas, imigrantes, surdos (com limitações de comunicação), os mais ricos dos ricos e os mais pobres dos pobres.

Deus abriu uma porta para irmos aos Ribeirinhos do Amazonas, na região do Rio Purus. Estamos muito felizes como equipe, por poder participar do plano de Deus e cooperar com o avanço do Evangelho do Reino na Terra.

Assista o vídeo e fique por dentro de todos os detalhes da viagem: Saiba para onde estamos indo, como iremos nos gastar nesta Causa, e também como você pode participar do que Deus está fazendo entre os povos ribeirinhos.

PELO REI e PELO REINO, iremos a qualquer lugar. 

Missionário


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“Sim, nossos tênis furam, ficam imundos; pesados de lama e encharcados de água. Ficam com a sola lisa por andarem por diversos tipos de superfícies.
Nossos tênis pisam em piso de igrejas, em ferros do chão do avião, em assoalho de barco, em mato de lugares distantes, em casas de famílias que se alegram com a nossa chegada.
Nossos tênis chutam bola de crianças tímidas, que aos poucos se abrem e correm inesperadamente para nos abraçar, agarram nosso pescoço ao ponto de que esquecemos todas as horas e dinheiro que gastamos para chegar até lá.

É difícil? Sim!
É prazeroso? Sim!
Conhecemos lugares que nunca conheceríamos se não nos levantássemos dos nossos sofás, comemos comidas tão típicas e deliciosas do local onde chegamos que nunca comeríamos se não tivéssemos saído da internet. Conhecemos pessoas que nunca choraríamos e riríamos juntos, se não tivéssemos a disposição de abrir mão de comprar mais uma peça de roupa.
Não teríamos tanto orgulho da nossa cultura, se não tivéssemos ignorado o que sabemos, para admirar o que nunca vimos. Não teríamos tanto peso de oração, se não tivéssemos pisado no campo. Não teríamos tanta revelação do amor e cuidado de Deus, se não tivéssemos nos entregado aos Seus Cuidados.

Nossos corpos se desgastam em cansaço, picadas de insetos, riscos de coisas mais graves, porém nosso interior se renova dia após dia conforme O servimos.

Nós, missionários, quebramos a caixinha, a caixinha que todos criam para guardar as suas coisas. Quebramos para perder? Não! Só paramos de reter e limitar, impedindo receber e viver mais, pelo pouco espaço da nossa caixinha.

Deixamos de ter pouco para TER TUDO. Deixamos de se prender ao que temos para SE PRENDER AO CRIADOR, vivendo um estilo de vida que deixa claro que ELE É DIGNO DE RECEBER TUDO. Assim, quando os bens e situações agradáveis chegarem, reconheceremos a pura Dádiva e Bondade. Porque a NOSSA MISSÃO É FALAR DELE em lugares que Ele ainda não é adorado, para que Ele seja adorado em todas as tribos, línguas e nações.”

Texto da minha mana e poetisa Leticia Oliveira.