Faça as contas…


“Certa vez ouvi uma história sobre um mendigo na Índia. Aquele homem tinha mendigado o dia todo e só tinha conseguido meia xícara de arroz. Quando já recolhia suas coisas e se preparava para ir embora, ouviu o barulho de uma comitiva se aproximando. O príncipe estava chegando! Então ele sentou de novo e esperou o príncipe passar. Mas, quando o príncipe passou por ele, parou, desceu do seu elefante, se dirigiu ao mendigo e pediu que lhe desse um pouco de arroz.

O mendigo olhou para ele. “Que petulância,” pensou. “O príncipe quer meu arroz. Ele pode comprar sacos e mais sacos de arroz, e quer que lhe dê o meu.”

Não querendo cometer uma desfeita contra o príncipe, mas ao mesmo tempo sem querer dar muito do seu arroz, o mendigo contou três grãos e os entregou.

Graciosamente o príncipe tomou os grãos de arroz e os entregou ao seu lacaio. Quando o príncipe se retirou, o lacaio se aproximou e jogou três moedas de ouro no colo do mendigo. Quando ele viu as moedas, correu atrás da comitiva, oferecendo o resto do arroz. Mas ninguém sequer o notou.

Naturalmente, se o mendigo soubesse que ganharia uma moeda de ouro para cada grão de arroz que desse, teria dado com alegria todo o arroz.

O Príncipe dos Céus deseja que troquemos aquilo a que nos apegamos por riquezas insondáveis. Será que vamos cometer o mesmo erro que aquele mendigo e segurar tudo?

Mas muitas vezes não queremos entregar tudo. Queremos reter alguma coisa, para o caso de não funcionar. Queremos guardar alguma autoridade sobre nossas vidas, só por garantia. Mas Jesus alimentou cinco mil pessoas com uns poucos pães e dois peixes. Pense então no que Ele poderia fazer por meio de nós, se nos entregássemos completamente a Ele!”

– Keith Green, em “Se Você Ama o Senhor”

Sorriso largo do Pai


img_9933Pisar neste lugar novamente me fez disparar o coração. O cheiro, o vento, a montanha e o som dos pássaros me trouxeram recordações das alegrias e tristezas que vivi aqui. Lágrimas, renúncias, morte e milagres. Orações apaixonadas e orações desesperadas que vieram junto com os processos necessários, conduzindo-me ao amadurecimento.

Muito embora eu tenha passado por dores, privações e alegrias, a lembrança mais viva que tenho hoje não são dos períodos cinzas que vivi, mas de como Deus estava enquanto eu passava pelas noites escuras da alma. Sabe como Ele sempre estava? Com aquele sorriso largo (bem peculiar). Não importa o que estivesse acontecendo dentro ou fora de mim, Ele estava sempre sorrindo. Até quando eu vinha por obrigação, Ele estava sempre feliz, me beijando com os beijos da Sua Palavra. Ouví-Lo era remédio! Ainda é.

Hoje, quando me aproximei novamente do lugar onde nos encontrávamos no ano passado, a primeira coisa que vi foi o sorrisão alegre dEle, que sem verbalizar nenhuma palavra, me disse: “Que bom que você veio, filho!”

{b.a}

Contentamento cotidiano


A sensação de pertencimento e de lar me tomaram hoje cedo, quando eu pendurava roupas no varal.

Quando a gente encontra o CONTENTAMENTO, a gente entende que o contentar-se não está ligado apenas a momentos que chamamos de “espirituais”. Eu posso lavar banheiro e ser plenamente feliz. Posso desempenhar qualquer tarefa e me encontrar com a satisfação enquanto trabalho. Porque não depende do lugar geográfico onde estou, mas do estado do meu coração. Não depende do que faço, mas de quem eu sou. Eu sou FILHO de um Pai presente!

Abraçado pela Alegria e preenchido pelo contentamento, joguei um beijo pro Pai, agradeçendo a Ele por ter me libertado dos sofismas do serviço.

{b.a}

Primeiro me Amou


Nós andávamos sujos, presos em correntes de pecado, rodeados pela escuridão. Este era o nosso estado. Até que um dia O amor – que é uma PESSOA – nos alcançou, nos atraiu com cordas fortes (cordas de amor) e refez a nossa rota, nos dando novo DESTINO. Hoje nós podemos ir direto ao Trono de Deus – a qualquer hora – sem nenhuma condenação. Por causa de Jesus, a gente pode entrar e habitar neste lugar, ficar lá e curtir a Presença do Papai! Ô maravilha de vida!!!